O prêmio Estandarte de Ouro é, sem dúvidas, sonho de conquista de todos os sambistas que atravessam a Marquês de Sapucaí nos dias de desfiles. Mais do que uma nota 10, o recebimento do prêmio significa para o componente o reconhecimento pela maestria, encanto, conquista e projeção de sua arte.
A ala de Baianas da Imperatriz Leopoldinense sagrou-se em 2011 , mais uma vez, vencedora do prêmio, alcançando sua nona conquista e se firmando como a maior vencedora do troféu em sua categoria.
O primeiro estandarte foi em 1972, ano de estréia da premiação. O enredo era Martim Cererê e nossas baianas desfilaram deslumbrantes na avenida. A década de noventa trouxe cinco prêmios para a ala: 93, 94, 95, 97 e 98. Muitas baianas guardam até hoje a fantasia de rendas e fuxicos campeã com o enredo “Mais vale um jegue que me carregue, que um camelo que me derrube lá no ceará”, de 1995.
Os três últimos prêmios vieram nos anos de 2000, 2003 e no último carnaval (2011) onde nossas baianas representavam “O banho e as poções para relaxar”, no setor da medicina Grega.
Parabéns às nossas queridas baianas, guardiãs do samba que corre na veia dos gresilenses, por mais essa grande conquista.